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6 Dicas para fazer uma viagem barata

Viajar é bom. Viajar é ótimo. Fazer viagem barata é bom e é ótimo. O ato de viajar vai além daquele ditado popular “unir o útil ao agradável”, pois o altera para “unir o útil ao agradável e tudo isso ao necessário e tudo isso ainda ao saudável”.

Como viajar barato

Isso torna qualquer viagem útil, agradável, necessário e saudável. A gente vai ver o porquê ao longo deste artigo.

  • Útil porque qualquer viagem produz conhecimento. E conhecimento é tesouro imaterial inalcançável por gatunos, que não conseguiriam jamais extrair esse tesouro do interior do viajante
  • Agradável porque, por mais curta que seja, há sempre paisagens, locais, situações, pessoas que conduzem à alegria, ao entretenimento, à satisfação
  • Necessário, pois faz bem à alma porque é desestressante e bem ao corpo porque é desestafante
  • Saudável porque estimula músculos, reativa corrente sanguínea, incentiva produção de hormônios cerebrais do bem-estar

A gente falou em “qualquer viagem” porque, seja qual for o resultado de uma viagem, ela é sempre no mínimo boa. Os resultados podem não ter sido os esperados, mas sempre resultam em alguma situação boa.

Especialmente quando se pode economizar e fazer uma viagem barata. Aí, então, não há a mínima possibilidade de dar errado em alguma coisa.

Falamos acima em resultados inesperados porque viajar é participar de situações sob incertezas, pois intercorrências acontecem a todo momento. Mas acontecem em especial durante uma viagem.

E talvez aí esteja um dos motivos pelos quais uma viagem é sempre muito boa. O inesperado é fonte de aprendizagem… de vida e de conhecimentos.

Os imprevistos de uma atividade podem ser lamentados; os imprevistos de uma viagem servem de assimilação de experiências que vão ser úteis em algum momento futuro.

O maior risco de uma viagem barata sair cara é falta de planejamento. Temos neste artigo algumas dicas de viagem barata para que nada saia errado em sua próxima viagem. Sim… porque uma viagem, seja ela para onde for e da forma que for, sempre deixa um gostinho de “próxima”, de “mais uma”, de “outra vez”.

Uma viagem pode sair cara se não houve um plano B. Por exemplo, aquela pousada pela qual você se encantou ao ver as imagens na internet pode não ter a estrutura propagandeada. Então, você vai precisar se hospedar em outra mais cara e mais longe. Ou aquela trilha que seu amigo sugeriu por ser muito agradável e fácil, mas estava intransitável no período do ano em que você visitou.

Mas, ainda que tais circunstâncias “moldurem” as fotos de sua viagem, há sempre alguma coisa interessante que você vai poder extrair disso tudo. Como dissemos, uma viagem é boa até mesmo quando é ruim.

Todo o espaço disponível na internet não é suficiente para elencar os benefícios de se fazer uma viagem. Ou várias:

  • Conhecimento sobre cultura e costumes de comunidades diversas
  • Contato com climas e línguas diferentes
  • Entretenimento
  • Descanso e espairecimento
  • Fuga da rotina/cotidiano
  • Impressão de contato com o desconhecido
  • Encantar-se com o Criador, para o religioso; encantar-se com a natureza, para o não religioso
  • Sensação de liberdade e de utilidade para comunidades
  • E outros… e outros… e outros

Os motivos são muitos e você pode deixar os seus nos comentários abaixo.

Mas estamos aqui falando dos benefícios que uma viagem causa para o viajante; contudo, eles ultrapassam o campo pessoal e chegam ao social. Uma viajem é capaz de alterar a vida de uma região, um município. Pessoas dependem de turistas e não apenas financeiramente.

Dependem de visitantes para orgulho da comunidade, da cidade. O orgulho de receber bem, de ter trabalhos artesanais admirados, de ter prestação de serviços recomendada, tudo isso é importante.

Isso significa que, quando você viaja, está movimentando um universo inteiro de estímulos, de necessidades, de satisfação.

Viaje. Viaje sempre.

Viagem barata tem um componente importante: planejamento. É o que a gente vai ver abaixo.

Planeje com antecedência sua viagem barata

Uma viagem é expectativa futura. E futuro apresenta variáveis que, muitas vezes, fogem ao controle por mais que se planeje. Se já não é possível saber o que vai acontecer nos cinco minutos adiante, o que se dirá de uma viagem, que dura dias e dias.

Planejar uma viagem

O termo “barata” pode dar impressão de despreocupação, de descompromisso. Em termos de viagem, pode significar algo como “vamos lá… qualquer coisa, a gente volta”.

Uma viagem barata também precisa de planejamento. Aliás, no fundo, é o tipo de viagem que mais precisa de planejamento.

É possível planejar determinados tópicos para que a viagem saia da melhor maneira possível. E o planejamento depende do tipo de viagem que se pretende fazer.

  • Destino

Parece estranho que seja necessário planejar o destino. Afinal, se você resolveu que vai viajar, já deve saber para onde.

Mesmo que você já tenha estado no destino escolhido que optou por revisitar, é sempre bom verificar as condições do local novamente. Tudo na vida muda e nem sempre é pra melhor.

Observe o clima do local, se a pousada mudou de proprietário, se há novos serviços, se o local está em época de festas. Pode ser que você não queira muita agitação. Ou pode estar procurando agitação e o destino talvez não seja adequado.

Uma boa análise do destino pode significar viagem barata ou cara.

  • Tempo

Tempo é dinheiro, como dizem. Se você pretende fazer uma viagem barata, precisa se preocupar com o tempo.

Verifique se o tempo disponível é compatível com as melhores atrações das quais você pretende participar.

Digamos que você esteja buscando aventura em sua viagem… fazer uma trilha, por exemplo. Identifica o local adequado, apanha todas as informações possíveis e resolve viajar num determinado fim de semana porque precisa voltar na segunda para trabalhar.

O tempo de percurso da viagem é de, digamos, quatro horas. Opta por começar a viagem de volta no máximo às 20h00 do domingo a fim de estar em casa para dormir o suficiente para ir trabalhar na segunda-feira.

Uma vez no destino, diverte-se, conhece muita gente, experimenta a culinária local. Passa o sábado se divertindo e, no domingo, descobre que o melhor da trilha que pretende fazer é à noite.

Todos os visitantes e nativos dizem que a trilha é fantástica porque, à noite, os pirilampos redesenham a paisagem, pássaros noturnos cantam belamente, a lua joga seu prateado sobre a mata e montanhas e as pinta belamente.

Descobre também que trilhas feitas durante o dia quase não atrai pessoas, o que a torna menos estimulante.

É claro que, em suas pesquisas, leu ou ouviu algo sobre “caminhada noturna”, mas achou que a caminhada à luz do dia também fosse interessante. Decepção. Não vai ter tempo para usufruir do melhor de sua viagem.

Nesse caso, a viagem barata vai custar mais cara por conta do custo da decepção.

  • Valores – a estratégia dos 20% a mais

Se estamos falando em viagem barata, não se pode esquecer que vivemos em economia flutuante. Preços sobem a bel-prazer do momento econômico.

E destinos turísticos sofrem do fenômeno econômico “alta temporada e baixa temporada” correspondente a “quanto maior a procura, mais cara é a oferta”.

Isso significa que um comerciante ou prestador de serviços vai aumentar seus preços em alta temporada porque a procura é maior. Pode haver dois ou três turistas que prefiram não comprar um bibelô pelo preço da etiqueta, mas logo atrás vem outro e compra. Esse é o raciocínio.

A internet é ampla fonte de informações. Analise todos os custos da viagem, aplique uns 20% a mais como medida de segurança e compare com o valor de que dispõe.

Veja…:

Custo de transporte e opte pelo mais adequado: carro, ônibus, trem, moto etc.

Custo direto de estada: pousadas, hotéis, camping, resorts etc. E há um opção mais atual. A internet e a crise se uniram para criar novas possibilidades nesse sentido.

Há donos de casas que têm transformado suas dependências em “micro-hotéis”, nisso que se chama atualmente “estada compartilhada” (em breve, teremos um artigo especial sobre esse tema).

Pode-se resumir o fenômeno da seguinte forma: donos de casa percebem que os instrumentos turísticos da cidade ficam lotados em determinada época do ano. Então, resolvem “alugar” para turistas um quarto e oferecer os serviços básicos, como café da manhã e almoço.

Custo indireto de estada: uma vez no destino, você vai precisar se manter. Alimentos, bebidas e até roupas podem consumir boa parte de seu dinheiro. Analise antes as ofertas do seu destino de viagem em relação a esses itens.

  • Segurança durante e depois

Algo com o que é preciso se preocupar sempre é segurança, pessoal e geral.

Se for viajar de carro, é imprescindível que o veículo passe por revisão mecânica e elétrica. Não encare o valor gasto como despesa nem mesmo como custo, mas como investimento, pois você vai trocar alguns reais na oficina por grandes possibilidades de muitos reais na farmácia ou no hospital.

Oficinas mecânicas de locais turísticos costumam cobrar muito pelos serviços, pois o visitante não vai querer deixar o carro no local e voltar de ônibus.

Se for viajar de ônibus, pesquise tudo sobre a companhia: incidência de acidentes, postura perante falhas mecânicas, relacionamento com os clientes.

Os sites Procon e Reclame Aqui são excelentes fontes de pesquisa (mas confie cegamente nos depoimentos no segundo; podem ser produto de pequena decepção ocasional que as pessoas têm o hábito de transformar em problemas irresolúveis).

Por falar em segurança, evite portar dinheiro vivo. Prefira cartões de crédito para gastos acima de 20,00R$. São bem mais seguros.

Quanto a documentos, se for viajar para dentro do país, prefira portar cópias autenticadas a originais. Em caso de perda, sua única dor de cabeça vai ser abrir boletim de ocorrência em qualquer delegacia a fim de se preservar de eventuais problemas.

Lembre-se de que hospedagens são locais públicos, mas apresentam suas próprias regras internas; são o regimento, que normalmente se relacionam a comportamento e normas de uso das dependências.

Hostel, hotel, pousada ou resort?

O bom de uma viagem é tranquilidade de não ter de se preocupar com afazeres domésticos, especialmente para mulheres preocupadas com o bem-estar da família. Nada é mais decepcionante para elas que precisar levar alimentos para prepará-los no local, como no caso de apartamentos alugados para temporadas.

Viajar barato

Mas é preciso encontrar o equilíbrio entre poucos gastos com “mordomia temporária”. Economizar na viagem em relação à hospedagem é tarefa terrível, pois os valores têm muitas variáveis: temporada, clima, localização, poder aquisitivo local, tipo de acomodação e muitas outras.

Você sabe quais são as diferenças entre Hostel, hotel, pousada ou resort? Vamos ver aqui.

  • Pousadas

A ideia de oferecer serviços de hospedagens não nasceu há poucos nos séculos com a firmação dos relacionamentos sociais; o conceito de pousada é mais antigo, pois data de cinco séculos antes da era atual.

Atualmente, a ideia em si evoluiu por conta de estratégias de negócios. Localização, publicidade, gestão etc. obviamente são conceitos que se desenvolveram com o tempo. Entretanto, a maior parte das características de mantém.

Pousadas são estabelecimentos normalmente horizontais com até 90 leitos distribuídos em até 30 unidades no máximo. Oferecem serviços de recepção, alimentação e, claro, alojamento – cobrados por fim de semana ou por semana inteira. Normalmente são instaladas em pontos turísticos dos mais diversos tipos.

  • Hotéis

São estabelecimentos maiores, grosso modo. Dispõem de alojamento, recepção e podem ou não oferecer alimentação. A cobrança é diária.

  • Hostel

É conceito razoavelmente recente, mas já há muitos por todo o país. Suas duas características principais são baixo valor de diárias e muita procura por parte de jovens em função da informalidade do ambiente.

Isso leva ao conceito de “compartilhamento”, com quartos ocupados por vários hóspedes. Mas há hostels que dispõem de suítes ou quartos duplos para famílias ou casal.

  • Resort

Um resort é hotel que dispõe de maior variedade de serviços, desde entretenimento até estéticos. Os serviços são pagos por diária mais consumo ocasional. Há resorts que se assemelham a grandes fazendas e oferecem maior contato com a natureza.

Existem outros tipos de estabelecimentos da chamada “área de serviços de acomodação” que são praticamente variáveis dos listados acima.

Hotel Fazenda oferece o que o nome diz: convivência com atividades rurais;

Cama e Café, hospedagem residencial – o proprietário reside no local –, com até três quartos, que oferecem apenas café da manhã;

Hotel Histórico, instalado em prédios antigos mantidos com o visual original;

Flat, apartamentos com serviços e dependências básicas, individuais, via de regra destinados a negócios.

Não é fácil identificar que tipo de acomodação é mais barata. Ou mesmo a melhor. Tudo depende de uma série de fatores, como comentamos acima. Neste caso, o ideal é definir o destino de sua viagem e buscar informações.

No mesmo destino, você pode encontrar excelentes hostels com preços de hotel muito bem recomendado ou vice-versa; pousada com diárias equivalentes a residências compartilhadas e também vice-versa.

Durante a Olimpíada no Rio, proprietários de casas simples conseguiram hóspedes a um salário mínimo por diária, dispondo apenas de um quarto e café da manhã. As outras refeições deveriam ser procuradas pelos turistas na cidade. Isso também aconteceu no Brasil inteiro durante a Copa do Mundo, dois anos antes da Olimpíada.

Verifique se todas as normas da hospedagem são compatíveis com suas expectativas, como horário de uso de piscina, questões de barulho, vestimenta etc. Você tem suas opiniões sobre bons serviços de hospedagem e, claro, gostaria de se hospedar em estabelecimentos que se aproximem ao máximo de suas expectativas.

Vagas em hospedagem reservadas

Tudo que é planejado e feito com antecedência tem vantagens, nem que sejam na questão de tempo hábil para corrigir eventuais problemas.

Assim, considere a possibilidade de reservar acomodações muito tempo antes de pegar a estrada. É um dos pontos mais fortes para economizar na viagem.

Ao negociar, procure identificar os pontos fracos do estabelecimento a fim de obter mais descontos. Você vai ouvir muita contra-argumentação; assim, esteja preparado, prevendo-as. Hospedagens gostam de reservar vagas com antecedência porque o valor entra em conta de imediato e podem investi-lo adequadamente, mas não querem nem podem perder dinheiro.

Dormir na praça de uma cidade desconhecida serve somente para quem tem espírito de aventura tal que não se incomoda com nada. Se seu espírito não for tão aventureiro assim e prefere reservar vaga antes, é preciso tomar alguns cuidados.

Ficar andando de um lado pro outro procurando vagas em hotéis é desagradável, principalmente se você estiver sem carro e com malas. Vai depender de informações de terceiros e das opiniões também quanto ao melhor lugar para ficar.

Portanto, reservar acomodação é passo importante para economizar na viagem e evitar problemas. É mais seguro também. A tranquilidade de saber que vai chegar e instalar-se a fim de descansar da viagem é indiscutível.

Mas lembre-se de que reservar vaga pode não ser garantia absoluta de ocupação de acomodação. Como dissemos acima e todos sabem, imprevistos acontecem.

Equívocos de funcionários no momento da reserva é comum. Anota-se determinada data quando, em verdade, seria o dia seguinte ou posterior. Desta forma, peça sempre uma mensagem virtual de confirmação.

Horário de check-in inadequado pode fazer você perder o valor da reserva. O limite de horário é “X”, mas o trânsito fez você chegar na hora “X + ½” e pronto! Sua vaga foi destinada a um hóspede “que acabou de chegar ao hotel”. Assim, chegue com muito, mas muito tempo mesmo antes. Mantenha em mão o telefone da recepção da hospedagem para avisar qualquer intercorrência e informar nova previsão de chegada

Propaganda inconclusiva é outro detalhe para o qual você precisa prestar atenção. Nenhum dono de hospedagem vai divulgar que o hotel vizinho é melhor, claro. Aí, você chega no hotel, se instala, toma um banho, dá uma saidinha e percebe que duas quadras depois um hotel fantástico, com serviços excepcionais, dispõe de vagas pelo mesmo valor. Ou pouquinho maior. Quem sabe, um pouquinho menos.

Certamente a experiência vai servir para sua próxima estada na região, mas que é quase estressante realmente é. Nesse caso, a hospedagem nada tem a ver com o problema.

Sites opinativos são boa fonte de informação sobre locais e sistema de hospedagens, mas são exatamente isso: opiniões. Um hóspede que ouviu um palavrãozinho de uma camareira no corredor pode ter uma opinião horrível sobre uma hospedagem excelente. Já outro que reconheceu o amigo de infância no gerente pode ter opinião extraordinária sobre um hotel cujo conceito de relacionamento com clientes é da década de 60.

Analise friamente o termo de reserva que vai receber por e-mail.

Economia em conseguir passagens aéreas baratas

Com o advento da internet, a vida dos viajantes ficou realmente muito mais fácil. Como sempre, é bom ter alguns cuidados, mas ficou mais fácil.

Viajar  barato

Muitos turistas trocaram os serviços de agências de viagens por pesquisas virtuais. Há milhares de sites espalhados pela rede com objetivo de indicar onde comprar passagens aéreas mais baratas.

Dizem os turistas veteranos que passagens aéreas se tornam mais baratas fora de temporadas em determinadas regiões turísticas. Mas é possível encontrá-las mesmo nesse período.

Se você gosta de viajar, cadastre-se diretamente em sites das companhias aéreas. Elas costumam enviar dicas de momentos adequados quando a procura está baixa e o preço também.

Alguns eventos são tão fortes que conseguem alterar a postura dos comerciantes e prestadores de serviços, como é o caso do Rock in Rio, Olimpíada, Copa do Mundo, mundiais esportivos, shows de grandes bandas de rock etc. Nesses casos, convém correr o risco de aguardar que as companhias ofereçam descontos de última hora.

Um voo pode não estar completo, condições climáticas resultaram em cancelamentos, as vendas não corresponderam às expectativas etc. São muitos os motivos para baixar valores de passagens.

Mas se lembre de que é risco.

Falamos acima que a internet facilitou a vida de viajantes, mas a astúcia dos mecanismos de pesquisa podem ser um vilão. Há relatos sobre companhias aéreas usarem informações de suas pesquisas para valorizar um pouco mais a passagem.

Funciona assim: você faz uma busca com algum termo relacionado com viagens; além disso, troca mensagens nas redes sociais sobre sua intenção de viajar para determinado lugar. Expõe tanta expectativa que acaba atraindo a atenção dos “robozinhos” da internet.

Aí acontece um “fenômeno”, “uma coisa do outro mundo”. No dia anterior, você viu que o preço de uma passagem aérea para seu destino era “X”; agora, entrou no mesmo site para confirmar ou reservar e… bingo! O preço está um pouco maior.

Não… não é brincadeira. É realidade. “Realidade virtual”, mas é realidade. Tudo indica que esse tipo de estratégia tem sido usado não apenas por companhias aéreas, mas por muitas multinacionais dos mais variados ramos.

Como evitar? Simples… faça limpezas constantes em seu computador e celular. Inexistência de cookies dificultam sobremaneira a intromissão em sua privacidade.

Para encontrar passagens aéreas baratas, talvez uma opção interessante seja projetar nova rota. Você pode chegar ao destino “Y” diretamente em momentos de muita procura, por exemplo, e encontrou o valor “X” pela passagem. Porém, se você redesenhar o trajeto e for para o destino “W à Y”, talvez a soma das duas passagens seja menor que o valor da passagem direta (esta pode estar supervalorizada por causa da temporada).

Se as passagens da nova rota estiver disponível na mesma companhia, você ainda pode conseguir bons descontos.

Alta e Baixa Temporada: como decidir?

Outro item crucial para economizar na viagem é decidir se prefere viajar na alta ou baixa temporada.

“Temporadas” é conceito turístico. Via de regra, as prefeituras das regiões turísticas dispõem se algum órgão relacionado, como secretarias municipais, diretorias municipais ou algo que o valha. Como é de interesse do municípios, os sites desse órgãos estão sempre atualizados.

Busque informações nesses sites. Há detalhes interessantes sobre organização turística, nível de ocupação hoteleira, condições de clima, expectativa de número de visitantes etc. Eles podem ser muito úteis para você definir se prefere viajar na baixa ou na alta temporada.

Alta temporada é definida, em termos técnicos turísticos, como o período do ano em que determinada região atrai mais turistas por conta de certas situações, como clima, festividades e feriados prolongados, eventos dos mais diversos estilos etc.

É consenso que altas temporadas fazem aumentar muito os preços dos produtos e serviços, especialmente de cunho hoteleiro e de atividade artesanal. Mas sempre é possível contornar essas situações.

Nos itens acima sobre passagens aéreas e reserva de acomodações, você já encontra algumas maneiras de economizar na viagem. E há outras formas de viajar na alta temporada e economizar. Pouco, mas economizar.

Fique atento a cancelamentos de reservas em voos e em hospedagens; viaje com amigos a fim de dividir despesas, especialmente com combustíveis.

Nas baixas temporadas, uma das maiores vantagens de viajar é a sensação de tranquilidade encontrada no destino. Só isso já pode fazer você preferir viajar nesse período.

Outra enorme vantagem é economia. Tudo é mais barato por causa da regra econômica “grande procura, altos valores”. Como o local recebe poucos turistas, os comerciantes e prestadores de serviços baixam seus valores a fim de atrair clientes.

Restaurantes, hotéis e pousada, comerciantes em geral precisam adaptar seus negócios ao mercado em baixa. Órgãos voltados ao turismo indicam que viagens em baixa temporada podem sair entre 35% e 45% mais barata.

Uma vantagem e tanto.

Além disso, o trânsito não estressa, o atendimento é quase personalizado em todos os ramos, passeios mais tranquilos, mais segurança.

Uma viagem barata não é sonho impossível, mas, claro, depende de variáveis. Algumas delas podem ser observáveis e outras não, como vimos acima. Mesmo as não controláveis podem resultar em benefícios, como experiências e bons e longos casos para contar a amigos em reuniões e encontros.

Se você já viajou, reconheceu sua alma neste texto. Liberdade, paz, tranquilidade, sensação de participação social e comunitária, sentido de utilidade pra própria vida.

Se você nunca viajou – sim… isso é possível -, certamente teve aqui o gostinho das experiências inacreditáveis que uma viagem pode proporcionar e certamente está buscando um espacinho em sua agenda.

Faça isso. Viajar faz bem ao corpo e à mente. Tira você do estilo de concorrência natural do sistema laboral da civilização atual e da necessidade de correria, tira você da rotina desgastante.

Leva você para universos desconhecidos nos quais vai passar por momentos inebriantes e reencontrar seu “eu” muito distante de você.

Viaje. E retorne. E viaje novamente para outro lugar. E retorne.

Boa viagem!

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